SOCIEDADE

Movicel nega ter recuado aos tarifários anteriores

Publicado em: 01/10/2020 13:58:57
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O Presidente do Conselho de Administração da Movicel, esclareceu, nesta quinta-feira, 01, em conferência de imprensa, as razões que levaram a referida operadora de telefonia móvel a alterar os preços. Aristides Safeca justificou a alteração como sendo resultante das exigências crescentes dos clientes, pelo que, segundo referiu, viram-se obrigados a fazer mais investimentos, de forma a responder às reclamações.

Contrariando o que tinha sido avançado por um dos seus directores adjuntos, sobre um suposto recuo, na sequência da onda de reclamações manifestadas pelos clientes, nos últimos 15 dias através das redes sociais, Aristides Safeca considerou as informações como não sendo verdadeiras, clarificando, terem feito reajustes no tarifário, com acréscimos de mais unidades nos planos de voz, mais sms e mais dados para o uso de Internet nos diferentes planos, que passam a vigorar a partir de hoje, mas com os preços actualizados.

Fundamenta que ao longo dos últimos anos, a Movicel praticou os preços mais baixos do mercado e, em alguns casos, até 90% mais acessíveis. Acrescenta o PCA da referida empresa de telecomunicações, que essa política dos preços baixos, aliada à forte desvalorização da moeda, foi uma das razões que motivou o estabelecimento do novo tarifário a 15 de Setembro passado, pois, a conjugação destes dois factores, justifica, têm afectado a sustentabilidade da empresa, dificultando a manutenção das operações e capacidade de investir.

“Para garantir a qualidade e a melhoria dos serviços e manter a sustentabilidade da empresa, cuja a operação e investimentos são cerca de 70% em divisas, a Movicel tem de se adaptar às condições macroeconómica do país, aliás, como fazem as demais empresas”, justificou.

Ser a melhor opção no mercado nacional e melhorar a qualidade nos seus serviços, fazem parte das razões do novo reajuste nos tarifários, segundo fez saber, o Presidente do Conselho de Administração da Movicel.

Fonte: CK

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Tal como aconteceu com os fazendeiros do Cuanza Sul, é do mesmo modo que fomos burlados em Bié-Nharêa.